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"Narrativa responsável e sensível", Sem Spoiler sobre Off-line

Hoje, a conta de Twitter sobre livros e mercado editorial Sem Spoiler (@semspoiler_) divulgou a sua primeira newsletter de 2020. Além de contar várias novidades, trouxe uma resenha de Off-line, escrita por Milena Souza (@enevoadaa), na sessão "Vem aí!".

Confira trechos:


Echosmith canta em um dos seus últimos singles, Lonely Generation: “Somos a geração solitária / uma versão pixelada de nós mesmos / conversas vazias / me desconectei e agora estou só”. Essa música reflete bem a situação do protagonista de “Off-line”, que, após decidir ficar um tempo afastado da internet, se vê com muitos desafios que nem imaginava estar negligenciando.

A melhor amiga de Téo, Val, tem ansiedade e agorafobia. Isso é apresentado ao longo da narrativa de forma responsável e sensível, incluindo descrições de alguns de seus episódios de ataques de ansiedade. É importante e necessário que temas como este sejam expostos e debatidos sem tabus com o público jovem, para que compreendam melhor o assunto e desenvolvam empatia. Se não é fácil para quem está ao lado, é muito pior para quem está lidando com isso. O papel de não saber o que fazer fica sob responsabilidade de Téo, mas ao mesmo tempo ele pode contar com a "direção" de Val.

As relações familiares de Téo acabam não sendo as melhores. Com a avó aparecendo de surpresa, sem mais nem menos depois de 16 anos, Téo surta e não gosta nada da ideia de tê-la em sua casa. Isso tudo porque, na verdade, o medo era descobrir o motivo de sua vinda — e, deve-se dizer, a história por trás disso é dolorosa.

O modo como Gleice Couto fala sobre mães em "Off-line" é muito delicada. Sempre as vemos como perfeitas — não podem cometer erros e sempre sabem o que fazer. Mas a verdade é que elas são seres humanos propensos a errar, assim como todos nós. Assim, entre erros e acertos, a mãe de Téo também representa o papel de filha e tem seus momentos terríveis com sua mãe, Elizabeth.

"Off-line" nos ensina muita coisa e faz com que fiquemos em um estado reflexivo por muito tempo. Afinal, o que realmente é mais importante: nos desconectarmos da tecnologia, que às vezes faz com que percamos o controle, ou nos desligarmos dos sentimentos, que moldam nossas vidas?

A resenha completa pode ser conferida aqui.

Lembrando que o livro está em pré-venda na Amazon!

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